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Folha Online – Ambiente (15/03/2010 – 12h50)

Otimista, Al Gore aposta em tecnologia contra aquecimento

“O ex-vice presidente dos EUA e ativista ambiental Al Gore ainda acredita que ‘podemos solucionar completamente a crise do clima, com folga’, apesar do fracasso da conferência de Copenhague no fim de 2009. (…)

O subtítulo do novo livro de Gore é Um Plano para Solucionar a Crise Climática. Agora o ‘apóstolo’ se volta para as sugestões compiladas em 30 ‘cúpulas de soluções’ que organizou nos últimos três anos pelo mundo afora.”

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O Globo – Ciência (15/03/2010 – 13h29)

Emissão de CO2 atinge pico, apesar da desaceleração econômica

Reuters/Brasil Online

“Os níveis do principal gás causador do efeito estufa presentes na atmosfera subiram para um pico novo em 2010, apesar da recessão econômica em muitos países que freou a produção industrial, mostraram dados divulgados na segunda-feira.

O dióxido de carbono, medido na estação norueguesa Zeppelin, no arquipélago ártico de Svalbard, subiu para a média de 393,71 partes por milhão da atmosfera nas primeiras duas semanas de março, contra 393,17 partes por milhão no mesmo período de 2009, continuando com a tendência de aumento que se estende há anos.”

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O Globo – Ciência (15/03/2010 – 10h13)

Vulcões submarinos são essenciais para o clima, dizem cientistas

Reuters/Brasil Online

“Uma ampla rede de vulcões submarinos bombeando água rica em nutrientes para o oceano Meridional exerce um importante papel na absorção de grandes quantidades de dióxido de carbono, funcionando assim como um freio para a mudança climática, segundo cientistas australianos e franceses.

Eles demonstraram pela primeira vez que os vulcões são uma importante origem do ferro que o fitoplâncton (plantas unicelulares) usa como alimento, absorvendo o CO2 nesse processo.”

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Os ricos se divertem

Os ricos se divertem

(Arnaldo Branco, no. 1382)

Tirinha do Malvados.

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O Globo – Ciência (13/03/2010 – 14h53)

Especial BBC: Os ventos da mudança

BBC Brasil

“Gasodá Suruí e Tori Tupari, chamemo-los por seus nomes indígenas, se conheceram no Orkut, flertaram pelo MSN Messenger e agora, casados, observam achando graça o aparato do jornalista que montou uma câmera de vídeo e improvisou um auxiliar técnico para segurar o microfone boom, medidas essenciais para garantir a boa captação de imagem e som e, assim, a qualidade técnica da matéria.

O jornalista, o leitor já desconfia, é esse que vos escreve. E o casal, quando a entrevista se inicia, no fim das contas nem é tão tímido assim. Pelo contrário, estão acostumados a serem o centro das atenções, na qualidade de único casal internético indígena por estas bandas.”

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Folha Online – Ambiente (12/03/2010 – 12h36)

Ceticismo climático atinge recorde nos EUA, diz pesquisa

“Quase metade dos americanos acredita que as preocupações com o aquecimento global são exageradas, assim como cada vez mais pessoas duvidam de que graves crises ambientais vão ocorrer por causa dele. Os dados são de uma nova pesquisa, feita pelo Instituto Gallup.

As dúvidas aparecem enquanto o presidente Barack Obama pressiona o Congresso para aprovar uma legislação que reduza as emissões de gases de efeito estufa no país.”

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O Globo – Ciência (12/03/2010 – 12h29)

Do arco e flecha ao laptop: O ‘tempo amazônico’

BBC Brasil

“Neidinha, como todo mundo chama Ivaneide Cardozo por aqui, gosta de dizer, sempre, ‘o tempo amazônico’ é diferente.

E eu acho que qualquer um entende o que ela quer dizer com isso, em princípio. Mas só mesmo passando umas poucas e boas para saber, com todas as letras, o que é que ela chama de ‘tempo amazônico’.

Neidinha recorda seu ditado enquanto esperamos que passe a chuva torrencial que começou a cair e não parou mais, deixando pouca opção senão estirar-nos nas redes da varanda da casa do líder Suruí, Almir, na aldeia de Lapetanha, a pouco mais de uma hora de Cacoal.”

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UAI – Ciência e Tecnologia (12/03/2010 – 12h37)

Floresta amazônica é mais resistente à seca do que se pensava, diz estudo

BBC Brasil

“Um estudo encomendado pela agência espacial americana, Nasa, à universidade de Boston, nos Estados Unidos, concluiu que a Floresta Amazônica é bem mais resistente à seca do que indicavam estudos anteriores.

Para a pesquisa, publicada na última edição da revista especializada Geophysical Research Letters, cientistas analisaram dados obtidos por satélites da Nasa que mostram quão verde esteve a cobertura vegetal da Amazônia na última década.

‘Não encontramos grandes diferenças nos níveis de verde dessas florestas entre anos de seca e anos normais, o que indica que essas florestas são muito mais tolerantes às secas do que se acreditava anteriormente’, disse Arindam Samanta, o pesquisador da universidade de Boston que coordenou o estudo.”

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Futebol e formação da identidade nacional

Charles Miller, um dos pioneiros do futebol no Brasil

De uma maneira geral, o desenvolvimento dos esportes no Brasil deu-se maneira tímida, encarada como “dispensável” pela maioria dos governantes, principalmente no início do século XX, baseado na premissa de que haviam necessidades mais urgentes na solução de problemas típicos de países em formação. Como já dito antes, apesar dos esforços de Rui Barbosa para introdução da atividade física no currículo das escolas primárias, o resultado foi nulo, ficando esta atividade à mercê do voluntarismo de imigrantes europeus e estudantes brasileiros formados na Europa.

Por outro lado, no período denominado de Estado Novo, o Governo Federal conceberia o esporte – em especial o futebol – e sua prática como algo que deveria integrar-se a sua ideologia. Mesmo em períodos posteriores a este regime, como na década de 1950, quando o Brasil foi sede da Copa do Mundo de futebol, este esporte foi compreendido como um dos símbolos de identidade nacional. Em face das transformações sócio-econômicas empreendidas pelo governo de Vargas, vários intelectuais brasileiros promoveram reflexões acerca da crise da ordem oligárquica e a emergência de um Brasil urbano-industrial.

Garrincha: e agora Joãos?

O livro de Gilberto Freyre, Casa Grande & Senzala parece ter sido o de maior impacto nos meios intelectuais da época, fomentando diversas análises posteriores baseadas na temática racial e sob a perspectiva teórica da antropologia cultural norte-americana. Difundindo-se por toda a sociedade, o elogio da mestiçagem vai ajudar, e muito, a legitimar algumas práticas populares que vinham ganhando força no cotidiano do país, transformando-as em expressões da cultura brasileira – dentre as quais o futebol. Gilberto Freyre irá analisar a ascensão do mulato nos meios futebolísticos - em contraste com a origem elitista e europeizada do futebol brasileiro – como uma significativa mudança na forma de praticá-lo aqui nos trópicos: o seu abrasileiramento.

Autores como Anatol Rosenfeld acreditam que apesar da origem elitista do futebol no Brasil, após o início de sua profissionalização e vinculadas ao crescente aumento da popularidade deste esporte, a importância dos clubes dependia do desempenho de suas equipes. Desta forma, o aceite de jogadores baseados em conceitos de classe, tornou-se um empreendimento quixotesco, pois cada vez mais evidenciava-se que entre negros, mulatos e brancos pobres havia um grande número de jogadores de primeira classe, imprescindíveis para o sucesso dos clubes.

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Folha Online – Ambiente (11/03/2010 – 10h35)

Academias de ciências vão auditar painel climático da ONU

CRISTINA FIBE

“Em meio a uma crise de credibilidade, o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) anunciou que o órgão responsável pela auditoria que avaliará seus procedimentos será o IAC (Conselho Interacademias), entidade composta por presidentes de 15 academias nacionais de ciências, incluindo a do Brasil.

Em coletiva nesta quarta-feira (10) em Nova York, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o presidente do IPCC, Rajendra Pachauri, enfatizaram que a auditoria, ‘completamente independente’, visa ‘minimizar os erros [do painel], com total transparência, precisão e objetividade’.”

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